Equipe viu meu pet

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Atualizado em: 2025-10-17T17:43:21.461Z

Seu pet sente dor — mesmo que não demonstre

Cães e gatos, por instinto, escondem sinais de dor. Na natureza, um animal que demonstra fragilidade é mais vulnerável, e esse comportamento ainda está presente nos pets domésticos.
Por isso, muitos tutores acreditam que “se o pet não está chorando, não sente dor” — o que é um grande engano.

Segundo a Associação Mundial de Dor Veterinária (IVAPM), mais de 70% dos cães e gatos com doenças crônicas convivem com algum nível de dor não diagnosticada. A diferença está em aprender a interpretar os sinais — e agir rápido.


Sinais comportamentais de dor em cães

Os cães tendem a mudar o comportamento de forma gradual quando sentem dor. Observe:

  • Menor interesse em brincar ou passear
  • Dificuldade para subir escadas, deitar ou se levantar
  • Choro ou gemido ao toque
  • Agressividade repentina ou isolamento
  • Perda de apetite e sono excessivo
  • Lambidas constantes em uma área específica do corpo

Um dos sinais mais claros é a mudança no olhar — muitos cães com dor ficam com os olhos semicerrados, pupilas dilatadas e expressão triste.


Sinais comportamentais de dor em gatos

Os gatos são ainda mais discretos. Eles podem estar sofrendo e continuar tentando agir “normalmente”. Fique atento se notar:

  • Esconder-se com mais frequência
  • Parar de pular em móveis ou locais altos
  • Alterações na higiene (lamber-se demais ou de menos)
  • Postura curvada ou encolhida, com cauda rente ao corpo
  • Diminuição do apetite ou desinteresse por brinquedos
  • Miados diferentes do habitual — mais baixos, longos ou roucos

Curiosidade: Um estudo da Universidade de Montreal identificou 25 expressões faciais específicas de dor em gatos, incluindo orelhas mais para trás e olhos semicerrados — sinais quase imperceptíveis ao olhar desatento.


Principais causas de dor em cães e gatos

A dor pode ser aguda (repentina) ou crônica (contínua). Entre as causas mais comuns estão:

  • Problemas articulares: displasia, artrite, artrose e traumas.
  • Doenças odontológicas: tártaro, gengivite e infecções.
  • Problemas gastrointestinais: obstruções, gastrites, parasitas.
  • Doenças renais ou urinárias: muito comuns em gatos idosos.
  • Lesões musculares ou pós-cirúrgicas.
  • Câncer ou tumores.

Dica: Cães idosos e gatos acima de 8 anos têm mais propensão à dor crônica, especialmente nas articulações e coluna.


Como agir ao perceber sinais de dor

  1. Não medique o pet por conta própria.
    Analgésicos humanos, como dipirona ou ibuprofeno, podem ser altamente tóxicos.

  2. Leve o pet ao veterinário o quanto antes.
    Um exame clínico e de imagem (como raio-x ou ultrassom) pode identificar a origem da dor rapidamente.

  3. Registre os comportamentos.
    Anote quando começaram, com que frequência ocorrem e em que situações se intensificam.

  4. Ajuste o ambiente.
    Camas ortopédicas, potes elevados e pisos antiderrapantes ajudam pets com dor a se movimentarem melhor.


Controle e prevenção da dor: o papel do check-up veterinário

Grande parte das dores em pets pode ser evitada com acompanhamento regular.
O check-up veterinário ajuda a detectar doenças em estágio inicial, quando o tratamento é mais simples e menos doloroso.

Além disso, vacinas e vermifugação em dia evitam infecções que também causam dor — como cinomose, otite, doença periodontal e verminoses.

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Cuide com empatia: dor silenciosa também é sofrimento

Reconhecer a dor do seu pet é um ato de amor e empatia.
Lembre-se: cada comportamento diferente é uma forma de comunicação — e quanto mais atento você estiver, mais cedo poderá agir.

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Seu pet merece viver com alegria, conforto e qualidade de vida todos os dias.